A Hummand apresenta

Glossário

Cada termo com a definição curta, o detalhe e a página onde ele vive.
É o mesmo vocabulário do código e do recibo.

Categoria
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Termos

G01atoproduto

Ato

O que o cliente pede a uma pessoa, com tipo e nível.

Um tipo do catálogo, um nível mínimo de garantia e um contexto opaco. A política resolve as etapas; cada etapa consulta uma fonte; ao terminar, o ato deixa um recibo. Positivo, negativo, inconclusivo, expirado, cancelado ou falhou.

Ver Ato
G02tiponível

Tipo e nível

O tipo diz que pergunta o ato responde; o nível, quanta garantia.

Doze tipos no catálogo, de presença recorrente a assinatura. Quatro níveis: 0, sem humano novo; 1, posse forte; 2, presença viva e mesma pessoa; 3, presença e identidade civil. O recibo carrega o nível atingido, não o pedido.

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G03etapa

Etapa

Um passo da jornada, com id fixo, resultado e instante.

Transparência do contexto, consentimento geral, consentimento biométrico, presença viva com match e resultado são as cinco em produção. Cada etapa consulta uma fonte e entra no recibo.

Ver etapas
G04política

Política

Traduz tipo e nível em etapas; a versão vai no recibo.

Global e versionada; o cliente endurece por tipo no painel, com regras por contexto e reaproveitamento de prova recente.

Ver Política
G05fontenativaplugada

Fonte

O que uma etapa consulta, pela mesma interface, com rótulo no recibo.

Presença viva e match são nativas. Identidade civil, conta federada, posse, assinatura, documento e estado vital são plugadas: adapter com contrato real e mock; a real entra com o credenciamento ou o cliente.

Ver Fontes
G06presença vivamatch

Presença viva e match

Há um humano vivo agora, e é a mesma pessoa da referência?

Desafio ativo por um componente certificado de terceiro, e comparação com a imagem de referência do cliente, guardada cifrada só enquanto o ato está aberto. Imagem e template são descartados; ficam o resultado e o hash da referência.

Ver Fontes
G07consentimento

Consentimento em camadas

Geral antes de tudo; biométrico antes de qualquer captura.

Textos versionados; cada aceite grava instante, hash do texto e versão, e o recibo os carrega. O geral nunca desbloqueia biometria.

Ver LGPD
G08recibohumanproof/1

Recibo humanproof/1

O que o ato deixa: assinado, encadeado, só hashes.

Um objeto JSON com o que aconteceu (tipo, nível, resultado, etapas, fontes, garantias, consentimentos, política) e tudo o que diz respeito à pessoa em hash. Assinado com ES256 sobre o canônico RFC 8785; verificável sem a Hummand.

Ver Recibo
G09cadeiaprev_hashgênesis

Cadeia

Cada recibo aponta para o anterior do mesmo cliente por hash.

O primeiro aponta para um gênesis derivado do id do cliente. Um lote reconstrói a ordem pelos hashes, em qualquer ordem de entrada, e acusa buraco no meio, inserção, reordenação e bifurcação. O corte do fim a cadeia sozinha não acusa, porque o que sobra continua contínuo desde o gênesis: quem resolve isso é o ponto de conferência.

Ver a cadeia
G10JWKSkid

Chave pública, JWKS e kid

A chave que verifica o recibo, publicada; o kid diz qual.

A chave privada fica num módulo de chaves gerenciado, de onde nunca sai. A pública é publicada como JWKS em gateway.hummand.com.br/.well-known/humanproof/keys.json; o kid dentro do recibo seleciona a chave, e a rotação é por kid.

G11verificadoroffline

Verificador

Confere assinatura, formato, coerência e cadeia, sem a Hummand.

A mesma implementação em Rust roda no servidor, na linha de comando (humanproof-verify) e no navegador, em WebAssembly, sem enviar nada.

Abrir verificador
G12step-up

Step-up

Uma presença nova no meio de um processo, por causa de uma ação sensível.

De transação, cadastral ou de operador. A política pode aceitar um ato positivo recente e encurtar para o nível 1 com passkey; a presença recorrente nunca reutiliza.

Ver step-up
G13operadordupla

Operador em dupla

Dois humanos distintos aprovaram, cada um com presença.

Dois step-ups de operador encadeados num grupo, com a exigência de humanos distintos; recibo composto, um por operador, ligados pelo grupo.

G14mandatodelegado

Mandato e ato delegado

Um humano com presença provada autoriza uma pessoa ou um agente, com escopo e prazo.

O mandato deixa recibo com o escopo (ações, limites, validade, revogável). Um ato delegado é uma ação sob mandato: verifica que ele existe, vale, não foi revogado e cobre a ação; sem presença nova, nível 0.

Ver Mandato
G15exceçãogatilho

Prova de exceção

Um ato aberto por um gatilho externo, com política de escalada.

A origem é o cliente ou uma fonte de estado vital, a pedido; a referência do gatilho entra em hash, nunca o motivo. O default escala ao nível 3. A fonte só dispara; a prova continua sendo a presença.

Ver Alertas
G16envelopecrypto-shred

Envelope e crypto-shred

Cada registro tem a sua chave; apagar é destruir a chave.

A chave de dados de cada registro é embrulhada pela chave-mestra no módulo de chaves. Destruí-la torna o texto cifrado irrecuperável: é o apagamento a pedido e por prazo de retenção.

Ver Segurança
G17rótulos honestos

Rótulos honestos

Disponível, em credenciamento, arquitetura-alvo.

Toda capacidade leva um dos três, em toda superfície: código, docs, site. Disponível está em produção; em credenciamento existe no código e depende de um terceiro; arquitetura-alvo existe no catálogo, no motor ou no plano, sem tela, sem provider ou sem fase iniciada.

Ver Capacidades
G18ponto de conferênciahumanproof-ponto/1

Ponto de conferência

O que a cadeia sozinha não prova: que não falta ninguém no fim da série.

Uma cadeia isolada acusa o buraco no meio, e não o corte do fim: o que sobra continua contínuo desde o gênesis, e numerar não resolve, já que uma sequência de 1 a N não revela que existia N+1.

O ponto de conferência é um objeto assinado, com a mesma chave dos recibos, que afirma quantos recibos existiam e qual era o último hash. Quem audita pede o ponto, guarda fora da Hummand e compara depois. A Hummand não guarda cópia, porque a única cópia que vale é a de quem audita.

Desde 2026-09-24 existe a versão 2 do ponto, que afirma as duas cadeias de um cliente, a de atos e a de acessos à evidência, e o verificador confere cada uma contra o que o ponto diz dela. A versão 1 continua válida para a cadeia de atos.

Ver Recibo
G19sandboxtenant

Sandbox e tenant

Tenant é o cliente; sandbox é o modo de teste que não gera recibo na cadeia.

Cada cliente é um tenant, isolado por linha no banco, com chaves de API por escopo e um segredo próprio para os hashes de referência. Em sandbox o resultado é simulado e nada consome presença nem entra na cadeia de recibos.

Ver Docs
G20thealertdivisão de IA

TheAlert

Produto da Hummand e primeira iniciativa da sua divisão de IA.

Supervisão de ações de sistemas de IA: autoridade vinculada a uma pessoa real, intervenção em camadas e evidência verificável. Usa o recibo humanproof/1; não o produz. Documento de início, em descoberta, ainda sem capacidade no catálogo.

Não confundir com Alertas, que são sinais do registro de atos.

Ver TheAlert
G21recibo de acessohumanproof-acesso/1

Recibo de acesso

Cada abertura da evidência de um ato deixa um recibo assinado, verificável fora da Hummand.

Abrir o conteúdo cifrado de um ato exige uma pessoa e um motivo declarado. Desde 2026-09-24, cada abertura gera um recibo assinado com a mesma chave dos recibos de ato, numa cadeia separada por cliente, com gênesis próprio, porque acesso não é ato. Recusa e falha também viram recibo.

O recibo diz quem abriu, por papel e id opaco, o que foi tocado, o desfecho e quando. O motivo entra só como hash: quem tem o texto confere; quem não tem, não lê. O verificador lê o formato desde a 0.3.0, na linha de comando e no navegador.

Ver Recibo
1.0

Verificar um recibo

Cole o JSON e a chave pública. Sem conta, sem envio: roda no seu navegador.

Abrir verificador
2.0

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